segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O Discreto Charme da Loucura




Nada abalava sua discrição. Nem mesmo os surtos. Há dois anos ele acreditava ser um rei deposto que vivia no exílio. E sem nenhuma glória.


(*) Imagem: Google

21 comentários:

  1. E com toda glória Dolce Vita nos presenteia com deliciosas palavras que nos fazem pensar. Obrigado!

    ResponderExcluir
  2. E em meio à essa glória, nem sofria...beijos,chica

    ResponderExcluir
  3. Que lindo amiga.Que loucura de texto!
    Parabens sempre Dolce.
    Abraços.
    Bela semana nesta loucura de criatividade.
    Beijo.

    ResponderExcluir
  4. Mais fácil assim de encarar o fracasso.
    bjs tenha uma semana linda!

    ResponderExcluir
  5. Gostei dessa ideia do conto curto! Minha imaginação se abriu! Inventei toda uma história, todo um cenário em cima das suas poucas palavras!

    Curti!

    Beijos!

    ResponderExcluir
  6. Um rei, será que ninguém levará isso em conta...??? rs

    ResponderExcluir
  7. Saberás que há pedras brancas na ilha
    Que a raiva é cegueira à maravilha
    O mar às vezes se veste de maresia
    Que um amor no amar confia?

    Saberás que às vezes escondo o coração à crueldade do mundo
    Que o que outrora desejava agora receio
    Que a minha desesperada mente combate a tua
    Que a ternura às vezes morre ao meio da rua
    Boa semana

    Doce beijo

    ResponderExcluir
  8. Bom. Eu adoro ser louca, pena que a minha loucura não me deixa acreditar que sou uma princesa...

    ResponderExcluir
  9. depois de uma vida inteira aprende-se a ser discreto em tempo de surto...e a glória é ter se superado.
    maravilha de conto!!!
    bjs



    ResponderExcluir
  10. Não perdia a majestade.. nem a discrição.


    ResponderExcluir
  11. Relatos sobre a depressão.
    Bonito em demasia.

    ResponderExcluir
  12. Vita,irreverente e sinistra essa discrição de alguem que se achava um rei no anonimato!Vc é incrivel,menina!bjs e boa quarta!

    ResponderExcluir
  13. Acreditar que o subconsciente "vê" uma imagem de si que não é sonho nem loucura; tomar para si um mundo irreal, por real, não é um mal, é um estado.
    Difícil é fazer acordar essa consciência.


    Beijos


    SOL

    ResponderExcluir
  14. Alguns dos teus contos se aparentam a perfis mais que subjetivos... Uma galeria de "tipos" não descritos, sem identidade - apenas traços...

    ResponderExcluir
  15. acho que conheço esse cara...

    huaha. mandando bem. como sempre!

    ResponderExcluir
  16. Sequelas, se não tê-las como sabê-las?

    ResponderExcluir
  17. Dolce, adoro o nítido charme dos seus contos curtos. Há uma beleza muito humana em suas palavras. Um poder de síntese perfeito.

    ResponderExcluir